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Escrita e Educação

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Os idiomas dos vancos e sulnos tem uma raiz em comum, no idioma morto selius que é escrito por pictogramas ainda usado apenas pelos vancos pois os sulnos não tem o conhecimento da escrita. Os valons também possuem um idioma pictográfico. Já os gípcios e doriates falam idiomas cuja escrita usam alfabetos próprios baseados em consoantes com pontos ou traços para as vogais, mas poucos conhecem tais escritas, e a maioria das pessoas transmite o conhecimento de forma oral. A escrita ainda está em esboço entre os yarings, que usam runas para representar conceitos básicos de sobrevivência (comida, perigo, fogo, vida, morte, etc.

A escrita dos reptantes em sei idioma silvo é através de pictogramas gravados em tábuas ou tabletes de barro, de maneira cuneiforme. Com a mesma técnica conseguem representar números e realizar cálculos e matemáticas avançadas.

O idioma dos magornos, o gorne, não possui representação escrita e para algumas coisas usa palavras e para outras usa entonações vocais e/ou gestos.

Os pantos tem um idioma rico em pictogramas similares a hieróglifos, com palavras e símbolos complexos para termos médicos e religiosos.

A escrita do exótico idioma dos aquarianos, o aquassom, parece uma partitura musical, com símbolos representando sílabas, que são posicionados em linhas diferentes indicando o tom e a duração em que devem ser enunciados.

A escrita do colossês é rúnica, com runas para cada sílaba. Mas além de representarem sílabas, cada runa representa um titã, titã-segundo ou semititã, e por isso são consideradas sagradas e só são usadas para registros ou avisos solenes ou muito importantes.

O ornês parece uma mistura da complexidade e beleza do idioma élfico com influência do lanta e do idioma de dartel. Seu alfabeto tem uma cursiva muito bonita e rebuscada. É um idioma rico e complexo, cheio de tempos verbais, nominais e inflexões, de forma que pela maneira de alguém se expressar se diz que usou o dialeto ornês baixo ou vulgar (para os plebeus), ornês mediano ou comum (falado por comerciantes e estrangeiros), e o alto ornês (falado pela nobreza).

O dracônico, e os seus dialetos terraniano e coraliano, possuem influências na fala e na escrita pela língua dos dragões, pelo silvo e pelo aquasom. De forma que o dialeto terraniano é em forma de runas e outros pictogramas cuneiformes com bastante palavras do silvo, e o dialeto coraliano é é representado por runas e outros símbolos em forma partitura assim como o coraliano de onde também herdou algumas palavras.

O marante é o idioma do comércio em toda a região, com influência em todos estes outros idiomas. E também é o idioma falado pelos gnomios.

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